Ambiente de Mercado - painéis

Painéis sobre o futuro do mercado audiovisual brasileiro discutido por representantes dos vários elos da cadeia produtiva e criativa.

1. ABERTURA: Políticas Públicas para o Audiovisual

As Film Commissions são instituições fundamentais de desenvolvimento da atividade audiovisual que vem se multiplicando em cidades e regiões do Brasil e do mundo: são elas que permitem que o espaço público seja filmado, representando cidades e regiões do mundo em telas de cinema e outras janelas. São elas que atraem filmagens e coproduções capazes de promover o desenvolvimento local do audiovisual. O tema foi escolhido para abertura oficial do evento pela sua enorme importância para o audiovisual nacional. A mesa conta com apresentação e debate das Secretarias de Cultura do Distrito Federal e de Belo Horizonte, em torno da implantação das respectivas Film Commissions, bem como a articulação desse mecanismo fundamental de promoção do audiovisual com as principais ações, programas e políticas em curso na política audiovisual de cada região.

 

  • Guilherme Reis (Secretário de Estado da Cultura do DF)
  • Christian de Castro (Presidente da Ancine)
  • Mauro Yatsuda (BRAVI)
  • Jorane Castro (CONNE)
  • Aparecida Vieira Lima (Sebrae)



2. FILM COMMISSIONS: ESTRATÉGIAS E INCENTIVOS

As Film Commissions possuem a estratégica missão de gerenciar e liberar grandes ruas, avenidas e parques. Têm a missão de promover o turismo e articular ações de capacitação. Como grande metrópoles e países em contextos distintos lidam com o enorme desafio de realizar com eficiência o atendimento a produções audiovisuais? Quais serviços e benefícios podem ser oferecidos? Como as cidades brasileiras podem aproveitar as melhores práticas de outros países e cidades do mundo?

 

  • Alfredo Manevy (mediação)
  • Angélica Clavijo Ortiz (Bogotá Film Commission)
  • Daniel Celli (Spcine)
  • Diana Segoviano (Cidade do México Film Commission)
  • Juca Ferreira (SMC-BH)
  • Steve Solot (REBRAFIC)



3. FUTURO DO MERCADO DE CONTEÚDO E REGULAÇÃO DO VOD

A discussão mais importante sobre o futuro do audiovisual diz respeito à regulação do VOD (video on demand) no Brasil. Depois de sete anos de vigência da Lei 12.485, os resultados da regulação são positivos e impressionantes graças aos mecanismos de tributação e de cotas que impulsionaram e mudaram a fisionomia da produção independente. Cabe agora discutir publicamente como as regras serão mantidas ou modificadas na emergência do VOD como dinamizador da economia audiovisual nacional e internacional.

 

  • André Saddy (Canal Brasil)
  • Luiz Bannitz (Looke)
  • Magno Maranhão (Ancine)
  • Maria Rita Nepomuceno (CineBrasil TV)
  • Ramiro Azevedo (Box Brazil)
  • Mediação: Wolney Oliveira (CONNE)



4. FORMATOS POUCO EXPLORADOS E AUDIÊNCIAS ENGAJADAS

A consolidação de plataformas e gigantes de tecnologia na distribuição e produção de conteúdo torna urgente a difusão de novos formatos e gêneros, da televisão à internet. Cresce a importância de conteúdos que sejam capazes de mobilizar e dialogar com nichos específicos e audiências engajadas em causas (ambientais, sociais, culturais). No Brasil, muitos formatos consagrados internacionalmente ainda são pouco desenvolvidos, assim como muitos segmentos emergem com voz ativa.

 

Atividade condicionada à compra do passaporte Ambiente de Mercado.

 

  • Verônica Cobas (TV Escola)
  • Vitor Knijnik (Rede Snack)
  • Fernanda Soares (Canal das Bee)
  • Silvia Cruz (Vitrine Filmes)
  • Mediação: Krishna Mahon (Imprensa Mahon)



5. Da regionalização à nacionalização: desafios da produção audiovisual brasileira

Como impulsionar a produção independente das várias regiões, fortalecendo a dimensão nacional dessa produção, em seu alcance e circulação? A mesa é uma iniciativa da CONNE em parceria com o Ambiente de Mercado, com objetivo de discutir os desafios urgentes de tornar a emergente produção regional brasileira, que se fortalece a cada dia, em uma produção cada vez mais "nacional", ou seja, apta a ter grande impacto social e alcançar um público nacional e internacional.

 

  • Marceli Moreira (Downtown Filmes)
  • Camila Lamha (Canal Curta!)
  • Júlia Priolli (Fox)
  • Paulo Barata (NBCUniversal)
  • Mediação: Gabriel Pires (NordesteLab)



6. O PAPEL DOS DISTRIBUIDORES, PROGRAMADORES E DAS JANELAS NA ETAPA DE DESENVOLVIMENTO DE CONTEÚDO

Cada vez mais o processo criativo vem interagindo com programadores, canais e plataformas desde a primeira etapa de desenvolvimento de uma produção audiovisual. Essa interação entre criação, planejamento e comercialização altera substancialmente as metodologias e processo de criação e roteirização. Quais sãos o formatos e modalidades em que ocorre essa interação para as janelas de cinema, TV paga  e VOD? Como estimular a inovação e criatividade em ambientes de maior integração com a programação e distribuição? Como os dados de público e audiência podem ser utilizados no estímulo criativo?

 

  • Marceli Moreira (Downtown Filmes)
  • Camila Lamha (Canal Curta!)
  • Júlia Priolli (Fox)
  • Paulo Barata (NBCUniversal)
  • Mediação: Gabriel Pires (NordesteLab).



7. FESTIVAIS E MERCADOS INTERNACIONAIS E O ESPAÇO DO CONTEÚDO BRASILEIRO NO EXTERIOR.

Os festivais de cinema continuam como espaços fundamentais de valorização e promoção de filmes, ao mesmo tempo em que cresce a demanda por séries e possibilidades de coprodução em diversos formatos. Neste ambiente, qual é o papel do conteúdo brasileiro no exterior? Há gêneros, formatos e faixas etárias com mais potencial de público e circulação internacional?

 

  • Ansgar Vogt (Berlinale)
  • Felipe Aljure (FICCI)
  • Mary Morita (Brazilian Content)
  • Ana Letícia Fialho (Cinema do Brasil)
  • Mediação: Eduardo Valente.